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Mundo Cristão e Novidades

Informações e Novidades sobre o mundo cristão

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Informações e Novidades sobre o mundo cristão

O Cristão deve se Envolver na Política? (Download Gratuito)

Política é a pauta da Revista Cristão Erudito este mês

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Para responder essa pergunta, devemos primeiro definir o que é “política”. De modo simples, podemos entender política como a relação entre governantes e governados na sociedade. Dito isso, parece-me que o cristão não apenas pode, mas deve envolver-se de algum modo na política, e isso por uma razão muito simples: a Bíblia tem muito a dizer a respeito dessa relação entre governantes e governados.

O que a Bíblia tem a dizer a respeito da política? Primeiro, a Bíblia nos mostra que essa relação entre governantes e governados foi instituída por Deus; isso fica claro, por exemplo, quando Paulo se refere aos magistrados civis como “ministros de Deus”, em Romanos 13. Essa estrutura de governantes e governados, que foi criada por Deus e está impressa na ordem da criação, é ela mesma governada pelo Deus soberano por meio das obras da providência. Em palavras mais simples, Deus é quem constitui e destitui reis sobre as nações; Ele é o Senhor de toda a terra e, em última instância, é Ele quem está providencialmente regendo as nações conforme o decreto de sua vontade soberana.

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Segundo, a Bíblia nos mostra que essa estrutura política é também regulada por Deus. A Bíblia não apenas estabelece que Deus rege secretamente a relação entre governantes e governados, mas ela também nos apresenta mandamentos explícitos sobre como os governantes devem agir em relação aos governados, e vice-versa. Podemos dizer, assim, que para além da vontade decretiva de Deus, as relações políticas em uma sociedade devem se sujeitar à vontade revelada de Deus, isto é, às normas de conduta que Ele mesmo estabeleceu em sua santa lei.

Quais são os mandamentos bíblicos que se aplicam à política? São muitas as ordenanças bíblicas que regem a vida política de uma sociedade, mas, provavelmente, a mais importante delas é o quinto mandamento do Decálogo. O quinto mandamento fala explicitamente a respeito da honra que é devida pelos filhos aos pais; mas, na verdade, ele engloba todas as relações humanas – ou, como diz o Catecismo Maior de Westminster (P&R 126), “o alcance geral do quinto mandamento é o cumprimento dos deveres que mutuamente temos uns para com os outros em nossas diversas relações como inferiores, superiores ou iguais”. Isso envolve, certamente, a estrutura política a que nos referimos aqui; as relações entre governantes e governados são biblicamente definidas como relações de autoridade, isto é, relações entre superiores e inferiores. E a Bíblia estabelece quais são os deveres dos governados, inferiores, e quais as obrigações dos governantes, superiores, nessa relação.

Outra questão importante é que a Bíblia expressamente define qual a função do governo civil. Em Romanos 13, Paulo diz que a função do magistrado é “castigar o que pratica o mal”. Quando a Escritura atribui ao governo civil esse papel de administrar a justiça pública (que é um papel eminentemente de justiça criminal), ela também impõe limites à atuação do Estado. Como dizem os cristãos reformados holandeses, a soberania do Estado está adstrita à sua própria esfera de atuação; e, sempre que os governantes querem agigantar o Estado e sufocar as outras esferas da vida social, a Bíblia chama isso de tirania.

Isso tem implicações muito sérias, as quais muitos cristãos em nosso país ignoram. Se Deus instituiu a autoridade civil apenas para a administração da justiça pública, os cristãos não deveriam ser coniventes com um Estado que almeja ser outra coisa. O Estado não é redentor, e os cristãos não deveriam querer usar o Estado para redimir ninguém. Ao mesmo tempo, o Estado não é pai, e os cristãos não deveriam entregar nas mãos do Estado, inadvertidamente, a autoridade paterna. O Estado não é empresa, e os cristãos não deveriam esperar que o Estado fosse um gerador de emprego e renda. O Estado não é instituição de caridade, e os cristãos não deveriam confiar ao Estado a tarefa de prestar assistência aos pobres, aos órfãos e às viúvas. Biblicamente, essas funções pertencem a outras esferas da vida humana, sobretudo à família e à igreja. E, historicamente, as sociedades que mais floresceram foram aquelas que discerniram bem os limites de atuação do governo civil e valorizaram a liberdade individual e a soberania das outras esferas da vida social.

De que maneira os cristãos, como governados, podem se engajar na política em submissão aos mandamentos de Deus para essa esfera da vida humana? Há uma observação importante aqui. Quando dizemos que os cristãos devem se envolver na política, isso não significa necessariamente que todos os cristãos devem estar envolvidos em política partidária. Na verdade, talvez esse seja o último aspecto da atuação política com o qual o cristão deveria se preocupar.

Dito isso, podemos pensar em algumas diretrizes gerais para o engajamento político cristão.

 

Continue Lendo em: O Cristão e a Conciência Política

A Verdade sobre a Teologia da Prosperidade

Teologia da Prosperidade (Edição 2018)

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Revista trata das falácias e falhas da Teologia da Prosperidade. 

É Claro que não pretendemos sanar todas as questões deste assunto tão complexo, porém podemos sim, apresentar de forma bastante significativa os principais pontos e desvios desta chamada ”teologia”, que na verdade pode ser chamada de (Outro Evangelho), já que distorce consideravelmente a prática e a doutrina cristã.

A Igreja Brasileira está impregnada deste ”Outro Evangelho”, e quando digo isso, não me refiro somente as igrejas ”modernas”, neo-pentecostais e sim a todas as denominações que ainda que de forma sútil tem deixado essas falsas doutrinas e ensinos invadirem seus arraiais.
Que Deus em Cristo nos ajude a viver, crer e andar em sua verdade até o último dia da Igreja na Terra.

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A verdadeira motivação para buscar a vida eterna

Busque a Deus pelos motivos certos

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 Você já se perguntou por que o perdão de Deus possui algum valor? E quanto à vida eterna? Você já se perguntou por que você quer a vida eterna? Estas questões são importantes porque é possível querer o perdão e a vida eterna por razões que podem indicar que você não os possui.

 
Tome o perdão, por exemplo. Você pode querer o perdão de Deus por estar muito infeliz com sentimentos de culpa. Você só quer alívio. Se você puder crer que ele te perdoa, poderá ter algum alívio, mas não necessariamente a salvação. Se você quer o perdão só por causa do alívio emocional, você não terá o perdão de Deus. Ele não o dá a quem o usa apenas para obter seus dons, mas não a ele mesmo.
 
Ou você pode querer ser curado de uma doença, ou conseguir um bom emprego, ou encontrar um cônjuge. Então você ouve que Deus pode ajudá-lo a obter essas coisas, mas que primeiro os seus pecados devem ser perdoados. Alguém lhe diz para crer que Cristo morreu pelos seus pecados, e que se você crer nisso, seus pecados serão perdoados. Então você crê apenas para remover o obstáculo à saúde, ao emprego e ao cônjuge. Isso é a salvação do evangelho? Acho que não.
 
Em outras palavras: importa, sim, o que você espera por meio do perdão. Importa por qual motivo você o quer. Se você quer o perdão só por uma questão de desfrutar a criação, o Criador não é honrado e você não é salvo. O perdão é precioso por uma razão definitiva: ele permite que você desfrute de comunhão com Deus. Se você não quer perdão por essa razão, você não irá tê-lo de forma alguma. Deus não será usado como moeda para a compra de ídolos.
 
Semelhantemente, por que queremos a vida eterna? Pode-se dizer que é porque o inferno é a alternativa, e isso é doloroso. Ou pode-se dizer que é porque não haverá nenhuma tristeza lá. Ou porque nossos entes queridos foram para lá, e queremos estar com eles. Ou pode-se sonhar com sexo ou comida sem fim. Ou ainda, buscar fortunas mais nobres. Em todos estes alvos, uma coisa está faltando: Deus.
 
O motivo salvador para querer a vida eterna é dado em João 17.3: “E a vida eterna é esta: que conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. Se não queremos a vida eterna porque ela significa alegria em Deus, então não teremos vida eterna. Simplesmente nos enganamos que somos cristãos se usamos o glorioso evangelho de Cristo para obter o que amamos mais do que Cristo. A “boa nova” não se mostrará boa para ninguém que não tenha Deus como o bem maior.
 
Jonathan Edwards apresenta isso desta maneira em seu sermão “Deus Glorificado na dependência do homem”, pregado em 1731. Leia isto lentamente e deixe-o acordar você para o verdadeiro bem do perdão e da vida.
 
Os redimidos têm todo o seu bem objetivo em Deus. O próprio Deus é o grande bem que recebem a posse e o gozo através da redenção. Ele é o bem mais elevado, e a soma de todo o bem que Cristo adquiriu. Deus é a herança dos santos; ele é a porção de suas almas. Deus é a sua riqueza e tesouro, seu alimento, sua vida, sua morada, o seu ornamento e diadema, e sua honra e glória eterna. Eles não têm a ninguém no céu senão Deus; ele é o grande bem no qual os resgatados são recebidos na morte, e para o qual eles se levantarão no fim do mundo. O Senhor Deus, ele é a luz da Jerusalém celestial, e é o “rio da água da vida” que corre, e a árvore da vida que cresce “no meio do paraíso de Deus”. A gloriosa excelência e beleza de Deus será o que para sempre entreterá a mente dos santos, e o amor de Deus será o seu banquete eterno. Os remidos, de fato, desfrutarão de outras coisas; eles apreciarão os anjos, e desfrutarão uns dos outros; mas o que eles desfrutarão nos anjos, ou no outro, ou em qualquer outra coisa que seja, que irá render-lhes prazer e felicidade, será o que de Deus será visto neles.
 
O evangelho é, em última análise, a respeito de Deus. Só ele é o autor e alvo da salvação. A boa notícia de João 3.16 é que Deus é o fim principal do evangelho. Ele amou o mundo de tal maneira não apenas para nos dar perdão ou vida eterna, mas para nos dar algo ainda maior: a si mesmo.
 
Cristão Erudito

Marxismo Cultural e a fé Cristã (Revista Evangélica)

Marxismo Cultural – A Farsa Ateísta

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 O Tema que trataremos nesta revista é certamente indigesto para muitos cristãos atuais devido, ao enraizamento de muitas ideias que já estão (infelizmente) impregnadas na cultura de nosso país, e que são empurradas goela baixo desde nossa meninice.

Seja pela TV, escola, universidades e até mesmo em muitas igrejas evangélicas.

Marxismo cultural é a tentativa de comunização da sociedade através da cultura, usando a estrutura herdada de nossos antepassados para a conquista do poder. Visando um mundo utópico de ´´igualdade´´ e prosperidade.
Porém a experiência socialista nos países em que foi implantado se mostrou uma farsa tamanha, e somente produziu mais de 100 milhões de mortos e nações inteiras foram levadas a miséria.(exceto os dominadores, que enriqueceram grandemente e se tornaram milionários, às custas dos povos).
Nesta edição trataremos deste assunto afim de nos vacinarmos contra esta doença que infelizmente esta sendo espalhada em nossa nação.

Baixe a Revista Gratuitamente: Revista Cristã

Revista Cristã (Edição Novembro) - Ideologia de Gênero

Este mês trataremos de um dos temas mais falados desses últimos meses – a tão falada IDEOLOGIA DE GÊNERO.

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Certamente, estamos vivendo dias maus, e
precisamos estar preparados para enfrentar
as dificuldades que nos cercam.
É perceptível por qualquer cristão, que vive
nesse país que as duas maiores instituições
da humanidade (A Igreja e a Família) está sob
acirrado ataque. Por tanto é preciso, que nos
apeguemos ainda mais as escrituras, na
pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo e nos mantenhamos muito bem informados. Só assim poderemos vencer o mal e guardarmos nossas gerações da corrupção deste mundo. Que Deus em Cristo nos ajude a nunca desistirmos sem lutar.

 

Conteúdo da Revista

O QUE É A TAL CRIAÇÃO DE GÊNERO NEUTRO?

A FALÁCIA DA IDEOLOGIA DE GÊNERO.

COMO ESTÁ SUA VIDA DE ORAÇÃO?

SÉRIE MÁRTIRES

QUAL A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO PARA BUSCAR A VIDA ETERNA?

05 EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS QUE CORROBORAM RELATOS BÍBLICOS.

IDEOLOGIA DE GÊNERO: ALERTA ÀS LIDERANÇAS CRISTÃS.

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Baixe Gratuitamente (Revista Cristã) - 500 anos da Reforma Protestante

500 anos da Reforma Protestante – (Outubro/2017)

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Dia 31 de Outubro de 2017, o mundo comemora o 500º aniversário da Reforma Protestante.
 
É com muita alegria, que disponibilizamos gratuitamente mais uma edição da revista Cristão Erudito, que tratará da historia, legado e os principais pontos da Reforma do século XVI.
 
´´Iniciada por volta do século XVI e aperfeiçoada ao longo dos anos, a Reforma foi, e continua sendo um manifesto real e puro dos verdadeiros cristãos, que buscam por um cristianismo mais puro e ortodoxo longe de heresias e tradições humanas.
 
500 anos depois de muita luta, debates e conquistas, se faz mais que necessário refletirmos sobre este grandioso acontecimento e respondermos a nós mesmos se ainda estamos imersos no espírito da Reforma ou se já estamos impregnados de modismos e do pensamento desviado deste século.
 
E Para esta questão, é preciso lembrarmos o que foi a reforma, seu legado histórico no mundo e porque ainda devemos buscar viver nela.´´
 
Conteúdo da Revista
 
REFORMA PROTESTANTE COMEMORA 500 ANOS.
 
O CRISTIANISMO E AS TEOLOGIAS MARXISTAS.
 
SÉRIE MÁRTIRES
 
ARQUEOLOGIA CONFIRMA RELATO BÍBLICO SOBRE  O REI EZEQUIAS.
 
BÍBLIA DE ESTUDO DA REFORMA É LANÇADA.
 
Baixe Gratuitamente a Revista Cristã - e boa leitura.
 
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Seu Cristianismo Está Doente

“Se formos fracos em nossa comunhão com Deus, seremos fracos em tudo”  Spurgeon

“Em tudo seja você mesmo um exemplo para eles, fazendo boas obras. Em seu ensino, mostre integridade e seriedade; use linguagem sadia, contra a qual nada se possa dizer, para que aqueles que se opõem a você fiquem envergonhados por não poderem falar mal de nós.” Tito 2:7-8

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 Quantas vezes você ora durante o dia? Três vezes? Duas? Uma? Ok, vou simplificar. Quantas vezes você ora durante a semana? Mais simples, quantas vezes você ora durante o mês? O ano? Você ora? Quantas vezes você lê a Bíblia durante a semana? O mês? Qual foi a ultima vez que você tocou em sua Bíblia? Talvez você diga pra mim, mas Izabela eu trabalho, eu estudo, eu tenho filhos,  e etc, não tenho tempo de orar e ler a Bíblia. Tudo bem, vamos pular para uma outra questão. Como vão os seus relacionamentos? Amizades, namoro, relacionamento familiar e etc. Todos são cristãos não é? Não? Ok, mas então você é a referência deles, correto? Quando eles pensam em alguém integro, que não fala palavras chulas, que tem a capacidade de perdoar, não mente, não planeja o mal, ama as pessoas ainda que nem as conheça ou ainda que as mesmas o tenham feito algum mal, que paga suas contas, respeita as pessoas, cumpre com suas promessas, eles pensam em você não é? Não?

Certo, então vamos para outra questão. Quando você se relaciona afetivamente com alguém, você o faz visando o matrimônio não é? Você apenas se relaciona com uma pessoa, se for para que o relacionamento gere frutos que seria uma família para que a mesma glorificasse a Deus. Você não tem a capacidade (molecagem) de se relacionar com alguém, apenas para usar e abusar do corpo da outra pessoa, visando saciar uma de suas necessidades básicas (sexo) não é? Até porque, você sabe que essa prática é completamente reprovável, não é? (1 Coríntios 7:1-2 – 1 Coríntios 6:18-19) Não? Dessa forma querido, sinto informar mas… Você não é cristão. Se arrependa!

Infelizmente, é o que tenho visto em muitos lugares por onde vou, pessoas dizendo o tempo todo “eu sou cristã”  “nós temos que impactar o mundo” “vamos evangelizar” e blá blá blá, pessoas que conseguem discutir assuntos teológicos de forma firme, profunda e precisa, mas quando vou analisar a vida da pessoa…encontro uma série de faltas, uma série de espaços largos _não brechas_  para o pecado chegar, se assentar e “tomar uma xícara de chá”. Isso me entristece e então eu penso, eu sou um ser humano, minha natureza é também depravada, jamais conseguirei a santificação por meios próprios e ainda assim, consigo me sentir mal com essas situações, o que será que Deus que é Santo, não sente quanto a isso?  Talvez neste momento você esteja pensando: Ok Izabela, , mas você também não é santa. E tudo que posso te responder é: Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. 1 Pedro 1:16  Eu não sou santa, sou uma pecadora que busca todos os dias pelo perdão divino, alguém que reconheceu que precisa se arrepender verdadeiramente de seus maus feitos e largar os atos cometidos.

Queridos entendam, não há como agradar a dois deuses (Mateus 6.24), precisamos nos posicionarmos, a não ser que sejamos moleques espirituais. Se este for o caso, então por gentileza lhe faço um pedido, em defesa do evangelho que é a salvação de todo aquele que nele crê (Romanos 1. 16), DESISTAM, recuem, renunciem. Sabe porque vos peço isso? Porque moleques espirituais, bagunçam todo o rebanho, pessoas assim infelizmente tem uma capacidade de influencia muito grande e dessa forma, são capazes de fazer muitos caírem e muitos, não chegarem perto do evangelho. Se o seu comportamento é de um pseudo cristão, por favor se arrependa, do contrário vá em frente e desista. Do ponto em que a nossa humanidade tem chegado, a ultima coisa que se quer agora, são pessoas fracas em sua comunhão com Deus.